quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Afinal, por que mulher gosta tanto de ouvir um não??


Há algumas semanas, tenho assistido ao Big Brother Brasil (sim, eu sei, é um programa totalmente sem cultura, mas tenho certeza que você também assiste!) e fiquei reparando nas patéticas cenas em que Maria inferniza a vida de Mau Mau – cara mais sem graça, na minha opinião – sem a menor chance de sucesso. Então me deparei com a seguinte questão: Afinal, por que mulher gosta tanto de ouvir um não???
Tudo bem, eu entendo que existe uma certa graça na teoria “quanto mais difícil, melhor”, isso até faz certo sentido, já que homem extremamente fácil (assim como mulher) é a coisa mais sem graça do mundo. Mas daí a se humilhar, fazer joguinhos, infernizar a vida do cara e outras cositas más, já não é demais???
Longe de mim, vir aqui para dar lição de moral, afinal, também sou mulher e não estou livre da síndrome “quero esse cara a todo custo”, mas vamos concordar que às vezes muitas passam dos limites com essa tal determinação. O problema é que a mulherada tá vivendo uma verdadeira crise de identidade com toda essa liberdade que elas tanto lutaram para conseguir. Se formos parar para pensar, é até compreensível, pois, hoje a mulher quer a todo custo, mostrar que é independente, que é dona do próprio nariz e faz o que bem entender da própria vida. Ok, até aí, tudo bem. Só que o negócio complica quando ela não consegue encontrar um equilíbrio entre ser uma mulher de atitude e mostrar que tem valor.
Calmaaaaaaaaaa, não vim aqui pra incentivar ninguém a bancar a santa puritana, mesmo porque isso é ridículo e os caras percebem logo de cara quem só tá fazendo tipinho de boa moça. Mas não custa nada segurar a periquita de vez em quando né meninas! Só você que liga ultimamente? Ele está sempre ocupado pra você?? Só lembra de você em alguns fins de semana depois da meia noite??? Já te disse que valoriza muito a sua amizade????
Se a resposta para alguma dessas perguntas for sim, caia fora!!!!
É minha amiga, eu sei, ele é gatinho, é gostosinho, fala gostoso ao pé do seu ouvido... Mas não está mais a fim de você! Paciência, é a vida, a fila tem que andar! Não vai adiantar você chorar, espernear, chantagear e muito menos ir parar num centro de macumba, já era! O bofe já está em outra meu amor, então só te resta esquecer, ou fingir que esqueceu até isso acontecer de verdade, e começar a respirar novos ares.
Existem muitos machistas por aí, metendo o pau (no sentido figurado hein) na mulherada, que elas são todas vagabas, que nenhuma presta, etc. Please, não deem motivos para eles continuarem falando, simplesmente mudem!
Curtir a vida? Beijar na boca? Sexo ocasional?
Isso tudo é muito bom mesmo! Mas se amem e se respeite em primeiro lugar (ok, isso é bem clichê, mas não é verdade?).

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Depilação Feminina - A Verdade nua e crua

Recebi um email com o relato de uma garota contando sua experiência na depiladora, achei tão hilário que resolvi compartilhar! 
O ministério da reputação adverte: Ficar rindo sozinho na frente do computador, pode denegrir a sua imagem!

"Tenta sim. Vai ficar lindo."

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me
render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez
quilos mais leve.
Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado
ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia
doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não
esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma
indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era
pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque
sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar
chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que
cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba,
vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde
o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num
longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas
brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura
de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo,
sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho:
uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca.
Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra
uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas.
Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O
Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que
era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa
quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem
forte.
- Quer bem cavada?
- .é... é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da
Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer
mais ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.
De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de
um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois
joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera
quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a
hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído,
que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de
olhar.
Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa
com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo
isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era
tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia
esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter
aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de
espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a
depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me
fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer
sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que
idéia.
Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho
de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a
respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi
que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só
voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe
arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la.
Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei
esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava
de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do
dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar
na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela
acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o
aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se
ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que
ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha
situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí
me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a
bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer
coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra
contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo.
Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente
a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre
a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais,
vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra
quem?
Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo
Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém
fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído
por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria
baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem
agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o
resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais.
Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda,
protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei
antidepilação cavada. Queria comprar o domínio:--FIM--


(Autor desconhecido)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cheguei Paulli! Vamos falar sobre cozinhar?

Estreando minha participação aqui no blog decidi escrever sobre algo que eu adoro...
Cozinhar!

Adoro cozinhar todo tipo de comida, sopas, bolos, pudins, sanduíches, macarrões.
Acontece que o que mais gosto, pra ser sincera, é dividir aquilo que eu fiz com os outros. Adoro que experimentem o que eu fiz. Que me digam o que acharam. Que gostem, claro!
Uma das pessoas que eu mais gostaria de poder compartilhar esse hábito é meu lindo e ruivo namorado. Porém, o mesmo é uma das pessoas mais difíceis para comer. Ele tem várias peculiaridades e restrições no paladar. Não é uma pessoa que gosta de se arriscar.

Mas eu sei o pq disso, rs, pra pagar meus pecados de quando minha mãe dizia para eu experimentar algo e eu me recusava. Hoje eu sou absurdamente cabeça aberta para comer. Se eu nunca experimentei, não digo que não gosto.
Isso se deve muito às tantas viagens que fiz, me hospedando em casas de pessoas com costumes e hábitos culinários diferentíssimos. Não tinha coragem de dizer não para alguma comida que a pessoa fez com tanto carinho. Então comia qualquer coisa.

Não esqueço quando comi a bagna calda, prato típico da região do Piemonte (onde eu estava) que os pais da minha amiga fizeram especialmente para mim. Eles só faziam aquilo em ocasiões especiais. O treco é feito de alho e aliche. Basicamente isso. Eu comi e passei tão mal mas tão mal que aprendi que as vezes só experimentar e comer um pouco já basta. Naquele dia comi o prato todo! Eca, tenho pavor disso até hoje.

E quando a Paola, minha mãe italiana fez docinhos recheados de zabaione para a minha chegada na casa dela. E eu nao supooooorto zabaione. Mas comi mesmo assim... pensa no quanto ela pensou em mim quando foi fazer? Achei tão lindo :D

Enfim, o que eu quero dizer é que cozinhar (pelo menos pra mim) é mais do que só juntar ingredientes, é fazer algo com muito carinho. Eu cozinho por amor, cozinho para fazer os outros felizes. Então quando alguém se recusa a comer algo que eu preparei isso me atinge diretamente. Me sinto como se a pessoa não se importasse com meus sentimentos. É ridículo, mas eu levo pro lado pessoal, rs. Eu entendo a pessoa não achar o prato d comida mais maravilhoso. Porém, se recusar totalmente a experimentar, é algo que me atinge.

Estou tentando mudar isso... Afinal, nem todo mundo enxerga esse lado da culinária que eu vejo.
Gostaria é de saber se sou só eu que reajo assim ou mais gente sente isso que eu sinto...

Abaixo uma foto de algumas das minha receitas postas em prática... (:

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Um pouquinho de mim... "Por que eu amo dançar??"

6 meses.... Apenas um semestre, esse é o tempo que conta os dia mais felizes da minha vida. O tempo onde tudo ficou mais leve, mais discontraído. O tempo que me fez acreditar que eu sou capaz de fazer qualquer coisa, que eu sou realmente uma pessoa determinada. O tempo que me fez admirar a mim mesma. Tem seis meses que eu danço!

Há algumas semanas, as perguntas que eu mais ouço são: "Nossa, você ainda não enjoou?" "Até quando vai ficar nessa vida?" "Mas você só sabe fazer isso agora? Só pensa em dançar?"

Respondendo a todos vocês: Sim! É só nisso que eu penso, é só isso que eu respiro e é tudo isso que eu quero viver!

Dançar tem sido um verdadeiro spá pra mim, não só porque é relaxante e nos faz esquecer de todos os problemas, mas porque é prazeroso mesmo. Só quem dança pra saber o quão gostoso é aprender um passo novo, ficar horas tentando fazer um movimento e ainda sair toda dolorida porém com um mega sorriso no rosto. Não se trata simplesmente de um hobby, pra quem leva a dança a sério é muito mais que isso, é superação, disciplina, força de vontade e o mais importante,  muuuuuuuuito prazer!

Então, pra quem ainda não dança, segue a dica:

Liberte-se e viva! Viva bem, permita que a sua alma entre em sintonia com seu corpo. Permita-se descobrir uma das coisas mais gostosas da vida, permita-se dançar!!!

P.S. Pra quem não sabe por onde começar, segue contatos das pessoas que mudaram a minha vida, meus professores e grandes amigos!

Eraldo
11 7495-0814
 http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?origin=is&uid=12696402389827387078

Lígia
11 7479-8004
http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?origin=is&uid=8587355835213044528
@lpradoa

Lígia e Eraldo dançando Zouk

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Política: o ciclo recomeça!

Cá estamos nós, mais uma vez, às vésperas de definir novamente o futuro do país. Ou pelo menos, assim pensamos.
Todos os meios de comunicação deixam bem claro que o poder de decidir o destino do país pelos próximos quatro anos está em nossas mãos. Mas será que está mesmo? Em partes, é claro. Sim, temos o poder do voto, isso é fantástico! A merda é que infelizmente nem sempre sabemos o que fazer com esse poder que nos é concedido.
Por um lado, reclamamos que está tudo errado, que eles estão lá só para nos roubar e ridicularizar a nação que os mantém em sua gama de poder. Certíssimo! Eles fazem isso mesmo e muito mais daquilo que raramente chega aos nossos ouvidos. Então eles nos dizem: “Mas quem nos colocou aqui? Não foram vocês?”
Por outro lado, cada época de eleição é a mesma coisa. São sempre os mesmos candidatos, com as mesmas palhaçadas – esse ano eles estão se superando em matéria de palhaçada, não é mesmo Tiririca? – e isso só serve para confundir o eleitor. O pobre eleitor que nunca tem tempo de correr atrás de cada candidato para saber o que andam fazendo, ou o que já fizeram. Um pouco de comodismo por parte do eleitor?  Provavelmente sim! Mas o que se pode cobrar de um sujeito que tem que levantar às 6h da manhã para colocar o sustento em casa, depois chega às 10h da noite, porque mora lá nos cafundós de Judas e o transporte nunca ajuda muito, e no final, mal tem tempo de olhar para o filho dormindo e perceber que este já esticou cinco centímetros. Pois é, esses são os que mais sofrem as consequências de uma eleição errada, mas são eles que realmente decidem quem estará lá em cima, porque são maioria. Exatamente aqueles que nunca estudaram muito, aqueles que não têm nem ideia do que deverão fazer os seus candidatos, aqueles que são sempre esquecidos, apesar de serem eles os donos do poder!
Eis então a questão X do problema! Por que nada muda? Porque a política é um ciclo gerido por interesses próprios!
O eleitor pobre e sem instrução vota no candidato espertalhão que promete mundos e fundos, na esperança de deixar de ser pobre e sem instrução. O espertalhão uma vez eleito, luta para que o pobre ganhe algum mísero dinheiro, no intuito de ser eleito novamente, mas faz de tudo para deixar seu eleitor ignorante, assim ele nunca irá cobrar aquilo que realmente lhe é de direito, uma vida com dignidade, onde ele não precise escolher entre acompanhar o crescimento de seus filhos e colocar comida dentro de casa. Uma vida onde não baste apenas conseguir comprar uma geladeira em mil prestações, uma vida onde ele possa realmente ser gente e se sentir parte integrante da sociedade.
Enfim, estamos mais uma vez prestes a iniciar uma nova etapa do ciclo. Mas é claro, a esperança nunca morre, será que dessa vez vai ser diferente? Pode ser, quem sabe! De uns tempos pra cá, as pessoas pelo menos têm se interessado um pouco mais sobre o que anda acontecendo atrás dos parlamentos, quem sabe nós não conseguimos abrir mais os olhos para fazer um pouco de pressão naqueles a quem estamos concedendo nossa confiança?
Não basta votar, tem que acompanhar! De repente um dia a gente vira o jogo. Afinal, a esperança é a última que morre, e eu desconheço povo mais esperançoso que o brasileiro!
Sorte a todos nós!!!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O Garoto da casa ao lado - Meg Cabot

Linguagem simples e tema bem descontraído, “O Garoto da Casa ao Lado” é uma comédia romântica contada através de emails trocados por seus personagens, onde cada um oferece ao leitor o seu ponto de vista da história.
Melissa Fuller, a personagem principal, é uma garota do interior que escreve para a coluna de fofocas do New York Journal. Um dia, ela está saindo para trabalhar e descobre que sua vizinha de oitenta anos, Helen Friedlander foi assaltada e levou um golpe na cabeça, o que a deixou em coma. Como a senhora mora sozinha e Melissa não conhece nenhum de seus parentes, a colunista resolve cuidar dos dois gatos temperamentais e o cão dinamarquês de Helen, ela só não esperava que o sobrinho da vizinha enferma fosse aparecer para tomar conta dos bichinhos, e mais surpresa ainda ela ficou com a beleza do rapaz, e é claro, como a vida amorosa dela não andava nada certa, não foi difícil cair de amores por aquele homem educado e sedutor. Porém, o que Mel não sabia, é que na verdade, Max Friedlander, o suposto sobrinho de Helen é na verdade John Trent, herdeiro de uma rica e tradicional família de Nova York.
A história é repleta de idas e vindas do amor com muito bom humor! Quem gosta de histórias mais teens, vai adorar!!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Aprendendo a Seduzir - Patrícia Cabot

Pra quem gosta de romances quentes, é uma ótima pedida!


Eu confesso que nunca me interessei muito por romances antigos, mas isso foi antes de conhecer os livros de Meg Cabot com seu pseudônimo, Patrícia Cabot. A Meg sempre escreveu romances lights para o público teen, mas criou um pseudônimo para publicar livros mais adultos, com histórias picantes.

O primeiro livro que eu li dessa autora com o pseudônimo Patrícia Cabot, foi “A Rosa do Inverno”, gostei muito e comecei a me interessar por romances antigos, então me indicaram o “Aprendendo a Seduzir”. Este livro conta a história de Lady Caroline, uma moça recatada da sociedade inglesa que está de casamento marcado com Hurst Slater, o elegante, porém falido marques de Winchilsea. A trama começa quando Lady Caroline flagra seu noivo com outra mulher em uma situação que ela, em sua total inocência nunca nem sonhou que seria possível, a partir daí, ela se vê desesperada, pois, por motivos de conveniências da sociedade, ela não pode pedir a separação. Já que Lady Caroline será obrigada a manter seu noivado, ela decide que deixará de ser uma menina inocente e se tornará uma mulher sedutora, para que seu futuro marido faça com ela, as coisas tão despudoradas que ela o viu fazendo com outra. E para colocar em ação tal plano, ela usa de informações privilegiadas para coagir Braden Granville – um novo rico mais conhecido por sua habilidade com amantes - a lhe dar lições de sedução. O que Caroline não esperava é que essas aulas não ficariam só na teoria, e é nesse momento que o leitor se surpreende a cada página com cenas de tirar o fôlego entre uma moça inocente e um homem sedutor e experiente.

E posso garantir, a riqueza dos detalhes que a autora sempre coloca, faz de cada cena uma prova maior de vontade e desejo!

Só lendo mesmo para saber, ou melhor, para sentir!!!!